
Título: El manifiesto negro
Autor: Frederick Forsyth
Sinopse: "Era el verano en que el precio de una barra de pan alcanzó el millón de rublos ..." Esta frase nos introduce en la convulsa Rusia de 1999. Esta gran superpotencia zozobra en un mar de hiperinflación, caos económico y criminalidad. Las elecciones se aproximan y una sola voz carismática resuena en todo el país. Igor Komárov, líder derechista, promete reformar la moneda, acabar con el crimen, eliminar la corrupción y devolver la gloria a Rusia. Pero los dirigentes occidentales se ven conmocionados cuando llega a sus manos un documento secreto del que se desprende que, Komárov, no es el salvador de la nación sino un nuevo Hitler. Oficialmente, Occidente no puede hacer nada, pero un grupo de prohombres angloamericanos decide no quedarse impasibles viendo como la historia se repite. El Manifiesto Negro es Forsyth en toda su plenitud: intrincado realismo político, intriga a raudales y una trama que corta el aliento.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “El manifiesto negro”, de Frederick Forsyth, publicado pela editora DeBolsillo, em 2010 e com 620 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: DeBolsillo
Páginas: 620
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 8497597710
ISBN13: 9788497597715
Sobre a editora
Os livros da editora DEBOLSILLO apresentam uma experiência de leitura marcada por narrativas que exploram intensamente conflitos humanos e históricos, muitas vezes ambientados em cenários dramáticos como guerras, revoluções e transformações sociais. O catálogo privilegia histórias com personagens complexos, que enfrentam dilemas morais profundos e relações pessoais carregadas de tensão, amor e traição. O tom das obras varia entre o dramático e o reflexivo, com algumas incursões em temas fantásticos e especulativos, onde a imaginação se alia a questões existenciais e políticas. As sinopses sugerem uma preferência por narrativas densas, que combinam ritmo envolvente com uma linguagem acessível, adequada a leitores que buscam tanto entretenimento quanto reflexão.
