
Título: El papa verde
Autor: Miguel Ángel Asturias
Sinopse: Esta es la segunda parte de la trilogia que integran los libros Viento fuerte, El papa verde y Los ojos de los enterrados añade una aguda intención social a esos valores poético - mitológico y a esa observación de una realidad política. En una plantación bananera de la zona del Caribe, Asturias retrata a uno de los personajes más apasionantes de la novela hispanoamericana, uno de esos aventureros norteamericanos de recio carácter, individualistas de temperamento casi renacentista, que se apodera de una sociedad frutera, despojando e primer término a los cultivadores y luego a los mismos capitalistas de la compañía. Obra de arte y documento, pintura de un personaje excepcional y de una situación humana y social, El papa verde ocupa un lugar incomparable en el universo que Asturias ha construido pacientemente, brillantemente, con cada uno de sus libros.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “El papa verde”, de Miguel Ángel Asturias, publicado pela editora Alianza, em 1995 e com 400 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Alianza
Páginas: 400
Ano: 1995
Edição:
Linguagem: espanhol
ISBN: 8420630888
ISBN13: 9788420630885
Sobre a editora
Os livros da editora ALIANZA costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com diversidade temática, transitando entre ensaios filosóficos, narrativas literárias e análises históricas. O catálogo apresenta obras que exploram desde reflexões profundas sobre a condição humana e a literatura, até estudos detalhados sobre civilizações antigas e movimentos artísticos do século XX. O tom varia entre o didático e o lírico, com textos que ora dialogam com o leitor por meio de jogos narrativos, ora apresentam análises minuciosas, sempre com densidade e cuidado na linguagem. Há uma presença marcante de obras que dialogam com tradições clássicas e debates contemporâneos, mostrando um equilíbrio entre o passado e o presente.
