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El secreto del mal

Título: El secreto del mal

Autor: Roberto Bolaño

Sinopse: Este volumen viene a ser la armadura inevitablemente incompleta del que iba a ser el cuarto libro de relatos de Roberto Bolaño. Las piezas y esbozos narrativos aquí reunidos tienen por base un archivo de texto muy tardío, en el que Bolaño trabajó hasta poco antes de su muerte. El título que engloba el conjunto es el mismo que el de un cuento que comienza así: «Este cuento es muy simple aunque hubiera podido ser muy complicado. También: es un cuento inconcluso, porque este tipo de historias no tienen un final.» Palabras que ilustran el carácter que comparten todas estas piezas, acerca de las cuales escribe Ignacio Echevarría, responsable de la edición: «Es toda su narrativa, y no sólo El secreto del mal, la que parece regida por una poética de la inconclusión.» Como ya ocurría en Putas asesinas y en El gaucho insufrible, de nuevo se entremezclan aquí, junto a relatos propiamente dichos, textos de naturaleza no narrativa, conforme a la cada vez más acusada tendencia de Bolaño a confundir las fronteras genéricas con el propósito de fecundarlas.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “El secreto del mal”, de Roberto Bolaño, publicado pela editora Anagrama, em 2010 e com 182 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Anagrama

Páginas: 182

Ano: 2010

Edição:

Linguagem: espanhol

ISBN: 8433971433

ISBN13: 9788433971432

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Roberto Bolano é uma imersão em universos que oscilam entre o lírico e o sombrio, o íntimo e o expansivo. Sua prosa, ora densa e fragmentada, ora fluida e intensa, conduz o leitor por narrativas que misturam investigação, memória e reflexões sobre a literatura e a violência. O ritmo varia do contemplativo ao urgente, com personagens que vivem em fronteiras — geográficas, históricas e existenciais — e que frequentemente se deparam com mistérios que desafiam respostas fáceis. O humor, quando presente, é ácido e irônico, contrapondo-se a cenas de brutalidade e melancolia. Essa tensão constante entre o realismo cru e a dimensão quase onírica das histórias cria uma experiência de leitura que provoca questionamentos sobre a memória, a arte e o mal.

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