
Título: ele fala de si como de um outro
Autor: Mario Sagayama
Sinopse: Sem deixar de também sê-lo, Ele fala de si como de umoutro: ensaio sobre a voz em Samuel Beckett é mais que um exercício crítico perito ou uma incursão acadêmica sugestiva e informada a um território obsessivamente mapeado. Tendo como ponto de fuga tanto a complexa prosa final — Companhia, em especial —, quanto as miniaturas dramáticas tardias beckettianas, este ensaio, sempre surpreendente, empresta atenção aguda às iluminações recíprocas que a questão da voz na literatura e no drama contemporâneos, por um lado, e a estranheza fecunda e desconcertante da obra de um dos criadores mais essenciais à modernidade ocidental, de outro, entrelaçadas, são capazes de produzir.” - Fábio de Souza Andrade. - Mario Sagayama (1989) é professor e tradutor. Com a pesquisa que deu origem a este livro, obteve, em 2017, o título de Mestre em Teoria Literária e Literatura Comparada (DTLLC – USP).
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “ele fala de si como de um outro”, de Mario Sagayama, publicado pela editora Annablume Editora, em 1900 e com 164 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Annablume Editora
Páginas: 164
Ano: 1900-01-01
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8539109417
ISBN13: 9788539109418
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,320
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,90
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Annablume Editora revela um compromisso com obras que exploram temas sociais, políticos e culturais a partir de abordagens analíticas e interdisciplinares. O catálogo privilegia textos densos, que discutem questões como cidadania, políticas públicas, relações sociais contemporâneas e história, frequentemente com foco em contextos brasileiros e latino-americanos. A linguagem tende a ser acadêmica, mas acessível, e o ritmo da leitura exige atenção para acompanhar reflexões que dialogam com ciências sociais, filosofia e estudos culturais. Em muitos casos, os livros propõem debates críticos sobre transformações sociais, identidades e processos históricos, com um tom que combina rigor teórico e preocupação com questões atuais.
