
Título: Eleitos, mas livres
Autor: Norman Geisler
Sinopse: Uma perspectiva equilibrada entre a eleição divina e o livre-arbítrio * Deus escolheu uns para a salvação e outros para a condenação eterna? * O homem tem a liberdade de aceitar ou recusar a graça divina? O debate teológico acirrado em torno da salvação do ser humano não é novo. Para alguns, Deus em sua sabedoria escolhe salvar ou condenar a espécie humana, sem que ela possa interferir nessa decisão. Para outros, o homem é quem decide aceitar ou rejeitar a oferta da graça divina. Além disso, discute-se ainda a crença comum de que a soberania de Deus e a liberdade humana são mutuamente excludentes. Nesta obra fundamental, Norman Geisler adverte contra o perigo em render-se a visões extremadas desses aspectos da salvação. O escritor defende uma posição equilibrada sobre essa questão teológica: aceitar a soberania e a presciência de Deus ao lado da responsabilidade humana de escolher ou rejeitar a oferta de salvação.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Eleitos, mas livres”, de Norman Geisler, publicado pela editora Vida, em 2005 e com 320 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vida
Páginas: 320
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8573675454
ISBN13: 9788573675450
Sobre a editora
Os livros da editora VIDA apresentam uma leitura marcada por temas ligados à espiritualidade cristã e à vivência da fé no cotidiano, com foco em questões práticas e reflexivas. A experiência de leitura costuma ser acessível e inspiradora, mesclando obras que vão desde estudos bíblicos e teológicos até relatos pessoais e orientações para o desenvolvimento espiritual e emocional. O catálogo sugere uma preocupação com o diálogo entre a tradição cristã e os desafios contemporâneos, abordando assuntos como oração, fé, relacionamentos e transformação pessoal, sempre com um tom que pode variar do didático ao narrativo. Em muitos títulos, há um equilíbrio entre o incentivo à ação prática e a reflexão profunda, com linguagem clara e, por vezes, um toque de humor ou leveza para facilitar a aproximação do leitor com temas densos.
