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Eles Devem Ter Visto o Caos

Título: Eles Devem Ter Visto o Caos

Autor: Afonso Henriques Neto

Sinopse: Afonso Henriques Neto.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Eles Devem Ter Visto o Caos”, de Afonso Henriques Neto, publicado pela editora Sette Letras, em 1998 e com 110 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Sette Letras

Páginas: 110

Ano: 1998

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8573880953

ISBN13: 9788573880953

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Afonso Henriques Neto é uma imersão em um universo onde o poético e o cotidiano se entrelaçam em tensões constantes. Sua escrita oscila entre o lírico e o reflexivo, ora convidando a um mergulho profundo nas imagens e símbolos, ora trazendo à tona fragmentos da realidade com uma prosa que mantém rigor e delicadeza. A experiência é marcada por um ritmo que alterna entre o fluido e o denso, com uma linguagem que privilegia o cuidado com a palavra, seja na poesia ou na prosa. O leitor se depara com perguntas sobre a construção do mito, a natureza da realidade e o papel da imaginação, sempre permeadas por uma atmosfera que pode ser ao mesmo tempo onírica e concreta. Em alguns momentos, a obra revela um diálogo íntimo e afetivo, especialmente na relação com as netas, enquanto em outros, o tom é mais filosófico e desafiador. Esse contraste faz dos livros de Afonso Henriques Neto uma experiência multifacetada e instigante.

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    Sobre a editora

    Os livros da editora Sette Letras convidam a uma experiência de leitura que transita entre a poesia e o ensaio, com forte presença de reflexões filosóficas e históricas. Em seu catálogo, o leitor encontra obras que exploram a linguagem em seus limites, ora com versos que dialogam com a modernidade e a crítica cultural, ora com textos densos que abordam temas como a morte, a memória e a identidade. A narrativa pode ser tanto intimista e fragmentada, como na literatura que evoca o cotidiano urbano e a solidão, quanto mais analítica e acadêmica, como nos ensaios que discutem confluências culturais e pensamento histórico. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre obras de leitura mais contemplativa e outras que exigem uma atenção mais prolongada e reflexiva.

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