
Título: Eles Foram Para Petropolis
Autor: Ivan Lessa
Sinopse: Durante cerca de um ano, Ivan Lessa e Mario Sergio Conti trocaram cartas no Universo On Line, o UOL. Pela variedade dos assuntos (cinema e cotidiano, música e memória, jornalismo e literatura) e também pela mudança contínua de ares e lugares de onde - e a respeito dos quais - escreviam, a correspondência deles foi das primeiras a explorar a liberdade e a maleabilidade da internet. No mesmo período, Conti e Lessa trocaram e-mails privados. Davam notícias do que lhes acontecia (eletrizantes idas à padaria), queixavam-se da vida (frustrantes consultas ao saldo bancário) e falavam mal do Brasil (um terreno incomensuravelmente fértil). Nessas mensagens, os autores como que perdem controle da correspondência, que ziguezagueia por conta própria, aos trancos. Perdem controle também de suas próprias vidas: há morte na família, doença de amigos, o Brasil que sempre volta para dar o troco. Eles foram para Petrópolis é um cruzamento da correspondência clássica com a rapidez da internet. Clássica, sim, mas feita anteontem. Internética, mas eminentemente literária - até o seu inesperado final.
Contexto da obra
Na área de Linguística e Comunicação, livros como este costumam interessar por linguagem, discurso e mediação. “Eles Foram Para Petropolis”, de Ivan Lessa, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2009 e com 264 páginas, integra a categoria Livros de Linguística e Comunicação. Na prática, isso ajuda a entender melhor o lugar do livro entre linguagem, análise e formas de comunicação.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 264
Ano: 2009
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535914285
ISBN13: 9788535914283
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,332
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,60
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
