
Título: eles leem mas no compreendem
Autor: Elié Bajard
Sinopse: Este não é apenas mais uma obra sobre a alfabetização de crianças. Ela elabora críticas linguisticamente fundamentadas a princípios do construtivismo, e outras severas ao método fônico. Mas o autor não se limita às críticas. Os pilares teóricos estão estabelecidos no terreno em que o objeto a ser apropriado pelas crianças é a linguagem escrita, histórica e culturalmente construída para se situar na relação entre os olhos e a mente de quem lê e de quem escreve. Por isso, mira a linguagem escrita, refundada, desde a invenção da imprensa e seu uso diário impulsionado pela sua explosão criativa em aplicativos em ambientes digitais.
Contexto da obra
Na área de Educação, obras como esta costumam dialogar de perto com ensino, aprendizagem e prática pedagógica. “eles leem mas no compreendem”, de Elié Bajard, publicado pela editora Cortez, em 2021 e com 344 páginas, integra a categoria Livros de Educação. Na prática, isso torna mais clara a utilidade do livro dentro de contextos de ensino, aprendizagem e formação docente.
Editora: Cortez
Páginas: 344
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6555550252
ISBN13: 9786555550252
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,520
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Cortez costumam explorar temas ligados às ciências sociais e humanas, com foco em análises críticas da realidade brasileira e latino-americana. A experiência de leitura frequentemente envolve abordagens acadêmicas e reflexivas sobre questões como Serviço Social, educação, políticas públicas e cultura, com textos que mesclam rigor teórico e linguagem acessível. O catálogo apresenta obras que discutem desde trajetórias históricas e filosóficas até práticas pedagógicas e sociais atuais, criando um contraste entre análises densas e narrativas que valorizam a diversidade cultural e social. Em meio a trabalhos mais densos, há também espaço para textos que dialogam com o público infantojuvenil, trazendo contos e histórias que remetem ao folclore e à infância, o que evidencia uma certa amplitude temática e de público.
