
Título: Elogio Da Loucura
Autor: Erasmo Rotterdam
Sinopse: Elogio da Loucura é uma sátira da sociedade dos séculos XV e XVI. Erasmo de Rotterdam não tem a intenção de mudar a sociedade, de lançar um manifesto de revolta contra os potentados da época, de renovar a igreja, como tenta Lutero, seu contemporâneo. Sua intenção era fazer uma brincadeira e oferecer à própria sociedade um espelho de si mesma, para que ela própria pudesse também achar graça, ou até rir à toa, ao ver-se tão ridícula e tão mesquinha. Elogio da Loucura, não é somente uma sátira que leva o leitor a divertir-se com a descrição de atitudes comportamentais dos dirigentes políticos e religiosos, mas é uma crítica mordaz e feroz, além de um grito de alerta sobre a hipocrisia da sociedade, sobre a insensibilidade dos detentores do poder, sobre a perda de valores da vida, tudo isso para imenso regozijo da Loucura que toma conta do mundo, como rainha e imperatriz de tudo e todos.
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Elogio Da Loucura”, de Erasmo Rotterdam, publicado pela editora Editora Lafonte, em 2000 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Editora Lafonte
Páginas: 112
Ano: 2000
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8581862349
ISBN13: 9788581862347
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,150
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Lafonte oferecem uma experiência de leitura que transita entre o clássico e o reflexivo, com obras que exploram desde os dilemas sociais e morais até a filosofia e a aventura. O catálogo apresenta narrativas que frequentemente abordam conflitos humanos profundos, como preconceito racial, críticas à sociedade e busca por autoconhecimento, muitas vezes ambientadas em contextos históricos ou culturais específicos. Há também espaço para textos que estimulam a reflexão filosófica e ética, com linguagem que pode variar do denso ao acessível, contemplando desde romances até ensaios e livros ilustrados. Essa diversidade sugere uma curadoria que valoriza o diálogo entre tradição literária e temas universais, com ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto envolvente.
