
Título: Elogio da vida cotidiana
Autor: Carlos G. Vallés
Sinopse: Viver consiste em sair das coisas. Não ficar enredado, não atolar, não se demorar. Avançar, progredir, crescer. Sair. Mas, para sair, entrar. Sempre a galope entre dois mundos, sempre flutuando, pouco à vontade, sobre a situação que se apresenta. Nunca se todo com os os firmes sobre a realidade atual. Estamos divididos, e essa divisão íntima enfraquece nossa existência. Fazemos tudo de modo incompleto. Talvez seja essa a condenação do ser humano. Rimos pela metade e choramos pela metade. Há uma lágrima discreta ou um sorriso tímido. Um início sem continuação, um sinal sem expressão, um esboço não preenchido. Nunca há a satisfação de deixar-se levar, de entregar-se, de ir fundo, de completar. E sem ir ao fundo não se ganha impulso para voltar à superfície. Para saber estar temos de saber entrar. E para poder entrar temos de saber sair. Entrar e sair. Esse é o ritmo vital de nossa existência.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Elogio da vida cotidiana”, de Carlos G. Vallés, publicado pela editora Loyola, em 2002 e com 134 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Loyola
Páginas: 134
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8515024179
ISBN13: 9788515024179
Sobre a editora
Os livros da editora Loyola costumam oferecer uma experiência de leitura marcada por uma abordagem profunda da fé cristã, da teologia e da espiritualidade, frequentemente com um tom reflexivo e didático. O catálogo apresenta obras que transitam entre textos que dialogam com a tradição religiosa e análises mais contemporâneas sobre temas como educação, filosofia e comunicação, revelando uma preocupação com o entendimento crítico e a formação pessoal. A linguagem varia entre o acessível e o acadêmico, contemplando desde textos para jovens e crianças até estudos para pesquisadores. A diversidade das obras sugere um equilíbrio entre narrativas que inspiram a vivência religiosa e trabalhos que exploram questões culturais, políticas e históricas ligadas à religião e à sociedade.
