
Título: Em Busca do Egito Esquecido
Autor: Jean Vercoutter
Sinopse: No século IV d.C., a religião cristã torna-se preponderante no Império Romano de Bizâncio e o imperador cristão Teodósio I decreta o fechamento de todos os templos pagãos existentes sob o seu domínio. O fechamento traz uma consequência inesperada: a escrita hieroglífica, ainda viva até então, deixa bruscamente de ser compreendida. A decisão é ainda mais grave porque em 47 a.C. um incêndio havia destruído a biblioteca de Alexandria e mais de 700 mil volumes — muitos deles relativos ao Egito dos faraós — foram perdidos. No ano 450 da nossa era ninguém mais lê ou compreende os textos do Egito antigo. Tudo o que os egípcios escreveram em grego, para tornar conhecido seu país aos estrangeiros, desaparece. No livro , o arqueólogo francês Jean Vercoutter — um dos maiores nomes da egiptologia francesa de todos os tempos — percorre as linhas mestras de uma das mais palpitantes aventuras da arqueologia contemporânea: o resgate da história do Egito dos faraós.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Em Busca do Egito Esquecido”, de Jean Vercoutter, publicado pela editora Objetiva, em 2002 e com 176 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Objetiva
Páginas: 176
Ano: 2002
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8573023538
ISBN13: 9788573023534
Sobre a editora
Os livros da editora Objetiva proporcionam uma experiência de leitura que transita entre narrativas densas e reflexivas, com forte presença de temas históricos, psicológicos e culturais. O catálogo revela uma preferência por textos que exploram conflitos humanos profundos, como paixões intensas, dilemas morais e a complexidade das relações pessoais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais marcantes. A linguagem costuma ser acessível, mas com rigor intelectual, equilibrando obras de caráter mais narrativo e outras com tom mais ensaístico ou biográfico. Há também espaço para a literatura de ficção com suspense e fantasia, que se contrapõe a títulos de não-ficção que abordam política, ciência e comportamento. Essa diversidade sugere um público leitor interessado em ampliar horizontes por meio de leituras que estimulam a reflexão e o conhecimento.
