
Título: Em Louvor das Mulheres Maduras
Autor: Stephen Vizinczey
Sinopse: Eis o romance que costuma ser apresentado como a mais extraordinária aventura editorial das últimas décadas. Em 1965, um jovem húngaro exilado no Canadá, teima em publicar sozinho o romance que vários editores haviam recusado. Desde então, o livro não deixou de ser um sucesso. Num estilo bem-humorado e de sobriedade irrepreensível, o narrador expõe a sua educação amorosa centrada não tanto na personalidade do narrador, quanto na condição universal do amor. Este clássico do erotismo não apresenta o desfile das proezas de um grande conquistador, pelo contrário, os propósitos do narrador são bastantes modestos. Como as aventuras amorosas raramente são despojadas de comicidade e de complicidade, é com graça e perspicácia, que traça o itinerário da sua própria formação através das mulheres mais velhas que amou. O resultado é uma sexualidade sem a angústia da culpa ou da performance delicada e complexa.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Em Louvor das Mulheres Maduras”, de Stephen Vizinczey, publicado pela editora Cotovia, em 2003 e com 262 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cotovia
Páginas: 262
Ano: 2003
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9789727950683
Sobre a editora
Os livros da editora COTOVIA costumam oferecer uma experiência de leitura que combina reflexão cultural e narrativa literária com um tom que varia do humor sutil à densidade filosófica. O catálogo apresenta obras que exploram desde relatos de viagem com nuances cômicas e observações sociais até análises críticas e ensaios sobre temas como feminismo, poesia antiga e identidade. Há uma presença marcante de textos que dialogam com a história, a política e a condição humana, muitas vezes por meio de personagens ou vozes que questionam o lugar do indivíduo na sociedade. O ritmo pode ser tanto contemplativo quanto provocativo, com passagens que alternam entre o didático e o narrativo, atendendo a leitores interessados em textos que desafiam a compreensão convencional.
