
Título: Em nossa cidade amarelinha era sapata
Autor: Marina Monteiro
Sinopse: Em nossa cidade amarelinha era sapata traz 18 contos com protagonismo de mulheres lésbicas e bissexuais, desenhando o cotidiano de relações entre mulheres no espaço urbano, os pequenos rituais, os desencontros, medos, dúvidas, risos e existências neste país Brasil contemporâneo. Em busca de si mesmas, estas mulheres revelam o maravilhamento e o torpor diante da possibilidade de ser aquilo que se é. Transeuntes de um espaço urbano feroz, de um calor que afasta e aproxima os corpos e de decisões que precisam ser tomadas muitas vezes na urgência, estas mulheres nos revelam aquilo que temos medo de nominar. Ditas as palavras, é possível que todos tenhamos que lançar nossas pedras aos ares e renunciar aos paraísos inventados para abraçar a vida cotidiana e seus desafios. E talvez haja esperança de nos encontrarmos para além das regras do jogo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Em nossa cidade amarelinha era sapata”, de Marina Monteiro, publicado pela editora Editora Patuá, em 2019 e com 166 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Editora Patuá
Páginas: 166
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788582978382
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Patuá costumam apresentar uma leitura que combina poesia e narrativa com uma linguagem que transita entre o lírico e o coloquial. A experiência de leitura frequentemente envolve uma densidade emocional marcada por temas como a busca por identidade, a memória afetiva e os conflitos internos, muitas vezes explorados em formatos que vão do poema ao conto e à crônica. O tom pode variar entre o melancólico e o irônico, com narrativas que ora se apoiam em uma escrita mais experimental e fragmentada, ora em um estilo mais direto e acessível. O catálogo sugere uma presença forte de vozes jovens e contemporâneas, além de obras que dialogam com questões sociais e existenciais, sem se prender a um único gênero ou ritmo.
