
Título: Em que Mundo Viveremos?
Autor: Michel Wieviorka
Sinopse: Escrito entre os finais da década de 1990 até 2003, os textos de Michel Wieviorka aqui reunidos, sob o título de Em que Mundo Viveremos?, vem oferecer ao leitor de língua portuguesa, temas e tendências do pensamento sociológico contemporâneo, questões cruciais do mundo em que vivemos. O autor, referência obrigatória para os estudos do racismo, segurança, violência, movimentos sociais, destacou-se em questões teóricas significativas, mas também em pesquisas empíricas, de alta relevância para o debate atual. Seus La France raciste e La différence são reconhecidos internacionalmente sendo de inegável oportunidade no contexto de hoje. A publicação deste conjunto de trabalhos constitui valiosa contribuição da editora Perspectiva ao público brasileiro que, com certeza, lhe dará seu reconhecimento e é uma das razões pelas quais se torna imperativo deixar que o próprio leitor possa descobrir a riqueza da investigação e análise de Michel Wieviorka para entender e atuar no mundo em que vivemos.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Em que Mundo Viveremos?”, de Michel Wieviorka, publicado pela editora Perspectiva e em 2006, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Perspectiva
Páginas:
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: pt-br
ISBN: 8527307367
ISBN13: 9788527307369
Sobre a editora
Os livros da editora Perspectiva costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e profundidade reflexiva, com foco em temas como filosofia, história, artes e ciências sociais. O catálogo privilegia obras que exploram a cultura, a política e a religião sob perspectivas históricas e críticas, muitas vezes atravessadas por análises detalhadas e linguagem densa, mas acessível. Há um equilíbrio entre textos ensaísticos, estudos históricos e biográficos, e abordagens fenomenológicas ou semióticas, que convidam o leitor a um envolvimento intelectual prolongado. O tom, em geral, é sério e contemplativo, com ritmo que privilegia a reflexão mais do que a narrativa rápida.
