
Título: Emma e o Sexo
Autor: Ilana Eleá
Sinopse: Primeiro volume de uma trilogia, Emma e o sexo, da romancista e poeta Ilana Eleá, é uma obra que leva o leitor ao limite do desejo, da paixão e do erotismo. A personagem-título, Emma, é uma antropóloga nórdica que vem ao Brasil observar o comportamento erótico de mulheres que se autodenominam empoderadas sexualmente, para inclui-lo em seu estudo. Ela entrevista e acompanha uma cam girl profissional, bela e totalmente desinibida em suas aulas práticas on-line, onde ensina as mulheres a se tocar, conhecer seu próprio sexo e tirar dele o máximo de prazer. Com uma abordagem excitante, a autora coloca as certezas da pesquisadora sobre si mesma em xeque-mate. A frieza controlada de Emma durante suas observações, se rompe durante uma sex party, a que Emma vai no papel de pesquisadora. Nessa festa, onde as fantasias sexuais se realizam livremente, as dúvidas e o desejo reprimidos tomam conta da antropóloga quando ela se depara com um jovem atraente, doce e altamente sexy. Mas há dúvidas e contratos sexuais pelo caminho e tudo se torna mais e mais complicado.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Emma e o Sexo”, de Ilana Eleá, publicado pela editora e-galáxia, em 2021 e com 272 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: e-galáxia
Páginas: 272
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6587639399
ISBN13: 9786587639390
Sobre a editora
Os livros da editora E-Galáxia costumam explorar narrativas que transitam entre o conto, o ensaio e o humor gráfico, criando uma experiência de leitura marcada pela diversidade de vozes e estilos. O catálogo apresenta obras que vão do relato íntimo e sensível, como crônicas pessoais e histórias de paternidade, até contos densos e provocativos que abordam temas como culpa, violência urbana e dilemas éticos. Em alguns títulos, o ritmo é mais acelerado, com tensão crescente, enquanto em outros predomina um tom mais reflexivo e pausado, quase meditativo. Essa variedade sugere um interesse editorial em textos que desafiam o leitor a navegar entre o cotidiano e o extraordinário, entre o realismo cru e o humor sutil.
