
Título: Empty Cradles (Oranges and Sunshine)
Autor: Margaret Humphreys
Sinopse: In 1986 Margaret Humphreys, a Nottingham social worker, investigated a woman's claim that, aged four, she had been put on a boat to Australia by the British government. At first incredulous, Margaret discovered that this was just the tip of an enormous iceberg. Up to 150,000 children, some as young as three years old, had been deported from children's homes in Britain and shipped off to a 'new life' in distant parts of the Empire, right up until as recently as 1970. Many were told that their parents were dead, and parents were told that their children had been adopted. In fact, for many children it was to be a life of horrendous physical and sexual abuse far away from everything they knew. Margaret and her team reunited thousands of families before it was too late, brought authorities to account, and worldwide attention to an outrageous miscarriage of justice.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Empty Cradles (Oranges and Sunshine)”, de Margaret Humphreys, publicado pela editora Random House, em 2011 e com 400 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Random House
Páginas: 400
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9781446464465
Sobre a editora
Os livros da editora Random House apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o realismo histórico, o suspense contemporâneo e a ficção especulativa. A experiência de leitura costuma envolver personagens complexos em ambientes que vão desde pequenas vilas inglesas até cidades modernas e mundos imaginários, com conflitos que exploram tanto dramas pessoais quanto questões sociais amplas. O catálogo sugere obras que equilibram enredos mais narrativos e envolventes com textos que dialogam com temas atuais, como justiça social e memórias históricas, sempre com um ritmo que pode variar do introspectivo ao tenso. A linguagem, em geral, é acessível, mas não simplificada, convidando leitores que apreciam tanto o desenvolvimento psicológico quanto a construção cuidadosa do cenário.
