
Título: Encontro em Hong Kong
Autor: Alain Robbe-Grillet
Sinopse: Narrativa curta, fugaz, brilhante, nele se encontram todas as concepções de base que informam a ficção do autor de "Le Labyrinthe", assim como — e então verdadeiramente explanadas — as ideias desenvolvidas no ensaio "Por un Nouveau Roman". O tempo e o espaço, cruelmente irreais, ocupam uma função plástica no universo móvel, povoando de sombras e objetos onde se incluem pessoas. Neste universo, o homem é indefinido nas suas intenções, na sua vontade, na sua memória. É de comportamento imprevisível. funda seu estilo na técnica de cinema. A pena torna-se uma objetiva que cumpre o seu papel de apresentador de ambientes, de selecionador de planos, de modificador de situações. É através de captação de cenas cinematográficas que o autor consegue — num virtuosismo perfeitamente dominado — não só captar o real, como adjetivá-lo nos seus mais sutis cambiantes que, não raro, nos chocam com suas dissonâncias, suas incoerências, na maioria das vezes, aparente.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Encontro em Hong Kong”, de Alain Robbe-Grillet, publicado pela editora Expressão e Cultura, em 1968 e com 210 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Expressão e Cultura
Páginas: 210
Ano: 1968
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Expressão e Cultura revelam um interesse por temas sociais e históricos que atravessam diferentes tempos e espaços, do Brasil ao mundo. O catálogo apresenta obras que exploram conflitos humanos profundos, como o amor conflituoso e obsessivo, dilemas éticos e políticos, e tensões entre valores culturais e econômicos. Há um equilíbrio perceptível entre narrativas ficcionais densas, que investem em personagens complexos e atmosferas carregadas de tensão, e textos mais analíticos ou documentais, que abordam questões como espionagem, história econômica e estudos culturais. O tom varia do poético e dramático ao didático e investigativo, sugerindo uma diversidade que atende tanto a leitores que buscam envolvimento emocional quanto a quem prefere reflexões fundamentadas e contextualizadas.
