
Título: Encontros de Abismos
Autor: Julio de Queiroz
Sinopse: Parece ter sido em Florianópolis que Júlio de Queiroz encontrou o vagar necessário para ir publicando a sua obra literária que, a cada livro, mostra o talento de um espírito sensível e versátil. Excelente cronista: poeta emotivo, de linguagem enxuta e límpida; contador de estórias curtas e impregnadas de sutil humor e de argutas observações do comportamento humano que, em alguns momentos podem lembrar o sarcasmo e a benevolência de um Chesterton, Júlio de Queiroz se assemelha a um dos representantes em nossos dias daquelas gerações de humanistas que buscam unir o conhecimento, o espírito e a palavra (escrita e oral), na compreensão e tentativa de esclarecimento do homem, como um irmão de grandeza e sofrimento, desprendimento e mesquinharia, fraternidade e solidão. Há nele uma religiosidade que transcende os rituais. Acabamento: Brochura. Peso: 230g. Dimensões: 21 x 14 x 0.1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Encontros de Abismos”, de Julio de Queiroz, publicado pela editora Insular, em 2019 e com 156 páginas, integra a categoria Romance - Estrangeiro. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Insular
Páginas: 156
Ano: 2019
Edição: 4ª EDIÇÃO
Linguagem: Português
ISBN:
ISBN13: 9788552401247
Sobre a editora
Os livros da editora Insular convidam o leitor a uma imersão que varia do rigor acadêmico à narrativa ficcional, com um foco recorrente em temas sociais, educacionais e culturais. A experiência de leitura pode ser densa e reflexiva, marcada por abordagens que vão desde análises detalhadas do cotidiano universitário até relatos que exploram emoções humanas profundas e conflitos pessoais. O catálogo sugere uma preferência por obras que dialogam com a realidade brasileira, seja por meio da sociologia, da educação, do jornalismo ou da literatura regional, muitas vezes com um tom crítico e investigativo. Há uma alternância entre textos mais informativos, como estudos sobre políticas públicas e direitos humanos, e narrativas que exploram a complexidade das relações humanas, com ritmo que ora é contemplativo, ora intenso e envolvente.
