
Título: Enéadas: Primeira Enéada
Autor: Plotino
Sinopse: Que é o vivente? A virtude? A dialética? A felicidade? O estado de felicidade no tempo? O belo? O principal e os demais bens? E os males, quais são e donde procedem? E o suicídio, como se explica? Tais temas desenvolvidos na inicial das seis séries conhecidas como Enéadas, escritas entre 254 e 270 d.C., sempre compreendidas por nove tratados cada uma, num total de cinquenta e quatro, apresentados de forma independente, como aulas que mantêm a conexão de seus núcleos temáticos. Não há nesses estudos preocupação de estética literária como se espera de oradores e filósofos que utilizam a prosa ática, nem mesmo rigor formal no sentido gramatical - que também revela a preocupação principal de seu autor . Iniciador do neoplatonismo, 'Plotino' se nos apresenta hoje como um dos indispensáveis pensadores da filosofia grega antiga; seu texto diz respeito à vida, a questões existenciais que moviam a curiosidade do homem antigo e que excitam ainda mais a pesquisa do homem moderno.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Enéadas: Primeira Enéada”, de Plotino, publicado pela editora Nova Acrópole, em 2014 e com 272 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Nova Acrópole
Páginas: 272
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8587389718
ISBN13: 9788587389718
Sobre a editora
Os livros da editora Nova Acrópole conduzem o leitor a uma experiência marcada pela reflexão filosófica e pelo resgate de tradições antigas, onde o passado e o presente dialogam em textos densos e contemplativos. A leitura costuma ser envolvida por temas como civilizações antigas, filosofia clássica e espiritualidade, apresentados em formatos que vão do ensaio ao diálogo e à poesia filosófica. O tom é geralmente sério e profundo, com ritmo que privilegia a meditação sobre conceitos existenciais, históricos e culturais. O catálogo revela uma preferência por obras que exploram o sentido da vida, a vocação humana e a busca pelo conhecimento, muitas vezes com um viés esotérico ou simbólico.
