
Título: Engenharia do Fim da Vida
Autor: Guilherme Carvalhal
Sinopse: O livro conta a história do engenheiro Elídio, que é designado pela empresa Supremus para ser responsável pela obra de reforma da sede da prefeitura em uma cidade de interior. Ao se mudar, ele se depara com uma nova realidade e conhece Ísis, que após ter iniciado um escritório de advocacia, procurava formas de se ligar à empresa em que Elídio trabalha. Ao mesmo tempo em que conhece Elídio, Ísis passa por duas situações: uma é sua relação de ódio com o próprio pai, e a outra são seus contatos com um espírito desgarrado em busca de reencontrar sua família, capaz ao mesmo tempo de provocar nela sensações de conforto e de conflito. O livro ainda apresenta outros personagens, como Joaquim, filho de Elídio em processo de amadurecimento; Danica, a secretária de Ísis em busca de recuperar o tempo passado de sua vida; Balduíno, um velho misterioso, e diversos outros. A ideia principal do livro é apresentar discussões sobre o tempo e como as pessoas lidam com ele, bem com a liberdade atrelada a este tema. Os personagens se veem amarrados a seus passados e procuram formas de se livrar dele e escolher como conduzir suas vidas. E é no encontro entre Elídio e Ísis que estas ideias são debatidas, utilizando as situações e sentimentos vividos pelos dois para trabalhar este assunto.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Engenharia do Fim da Vida”, de Guilherme Carvalhal, publicado pela editora Multifoco, em 2012 e com 224 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Multifoco
Páginas: 224
Ano: 2012
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8579618762
ISBN13: 9788579618765
Sobre a editora
Os livros da editora Multifoco apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o real e o fantástico, o íntimo e o coletivo. É comum encontrar histórias que exploram dilemas humanos profundos, como o enfrentamento do medo em ambientes apocalípticos, a busca por identidade em mundos mágicos, ou reflexões sobre a memória e o tempo. A linguagem costuma ser direta, ora poética, ora crua, com uma presença marcante de vozes em primeira pessoa que revelam angústias, desejos e transformações pessoais. O catálogo revela também um interesse por temas sociais e culturais, como a construção da identidade, conflitos familiares, e questões contemporâneas, sempre com um tom que pode variar do suspense ao lirismo.
