
Título: Engenharia Erótica
Autor: HUGO DENIZART
Sinopse: A partir de uma abordagem tão anticonvencional quanto o próprio objeto deste livro, o fotógrafo e psicanalista Hugo Denizart expõe o resultado de mais de dois anos de pesquisa sobre o marginalizado mundo dos travestis do Rio de Janeiro. Através de entrevistas cuidadosamente organizadas a partir de 60 horas de gravação e uma série de fotografias extraordinárias, o leitor vê questionados temas como ideais de beleza, masculinidade e feminilidade, os rigores do mercado sexual, drogas, AIDS e relacionamentos familiares. Mais do que um retrato do universo dos travestis, capazes de efetuar uma engenharia sobre seus corpos através de dolorosíssimas injeções de silicone e do consumo de hormônios femininos, trata-se de uma desconcertante reflexão sobre a sexualidade na sociedade contemporânea.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Engenharia Erótica”, de HUGO DENIZART, publicado pela editora ZAHAR, em 1986 e com 120 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: ZAHAR
Páginas: 120
Ano: 1986
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 887110420X
ISBN13: 9788871104201
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,400
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Zahar costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com uma linguagem acessível, mesmo em temas complexos como filosofia, psicanálise e história. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram o pensamento crítico e reflexivo, abordando desde biografias detalhadas e ensaios filosóficos até análises sociais e culturais. A narrativa frequentemente se apoia em investigações profundas, com ritmo que varia entre o didático e o contemplativo, convidando o leitor a um mergulho atento e prolongado em temas que vão da modernidade líquida às raízes do pensamento social. A diversidade do material indica que há tanto textos mais densos e conceituais quanto obras que privilegiam a clareza e a objetividade, sem perder a complexidade dos assuntos tratados.
