
Título: Enquanto Houver Neve
Autor: F. S. Pellicer
Sinopse: Emily Flourberry era uma pessoa normal, como qualquer uma dessas com quem cruzamos na rua em um dia comum. Nunca conhecera seu pai, ficara órfã aos 20 anos e viúva aos 23. Tentava entender o mundo e suas pessoas insensíveis, incapazes de enxergar os detalhes desprezados em cotidianos alheios, ou obterem prazer através das pequenas coisas da vida. Lembrava-se somente de poucos bons momentos de seu passado; de sua infância em Mansfield, de sua finada figueira – derrubada para dar lugar a uma garagem e de como em toda sua vida, somente buscara viver, e nunca conseguira. Para senhora Flourberry, o cotidiano solitário e depressor que enfrentava em Nova York, aliado ao inverno que embranquecia a cidade duma forma magistral, parecia que nunca iria terminar. Mas as coisas mudam quando resolve abandonar os anti depressivos e visitar uma amiga frígida em San Francisco. Coincidentemente ou não, uma carta misteriosa escrita há mais de dez anos cai em suas mãos, fazendo com que volte à sua cidade natal na ânsia de entregá-la à sua destinatária, descobrindo inúmeros fatos de um passado que nunca pensara ter acontecido. Ao passo que vai conhecendo inúmeras personagens ao longo do inverno, percebe quão solitárias as pessoas são, por mais que tentem enganar a si mesmas. Solitárias, mas únicas e inexplicáveis. À venda: http://xrl.in/68ta Livro no Facebook: http://www.facebook.com/pages/Enquanto-Houver-Neve/202794283084852
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Enquanto Houver Neve”, de F. S. Pellicer, publicado pela editora Multifoco, em 2010 e com 326 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Multifoco
Páginas: 326
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Multifoco apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o real e o fantástico, o íntimo e o coletivo. É comum encontrar histórias que exploram dilemas humanos profundos, como o enfrentamento do medo em ambientes apocalípticos, a busca por identidade em mundos mágicos, ou reflexões sobre a memória e o tempo. A linguagem costuma ser direta, ora poética, ora crua, com uma presença marcante de vozes em primeira pessoa que revelam angústias, desejos e transformações pessoais. O catálogo revela também um interesse por temas sociais e culturais, como a construção da identidade, conflitos familiares, e questões contemporâneas, sempre com um tom que pode variar do suspense ao lirismo.
