
Título: Enquanto nossos meninos dormem
Autor: Renato Lemos
Sinopse: Nas doze histórias que compõem o primeiro livro de contos do jornalista e escritor Renato Lemos, Enquanto nossos meninos dormem, onze homens e uma mulher falam em primeira pessoa. Gente comum, ordinária, voando abaixo do radar, ou seguindo suas vidas pequenas à sombra de uma desgraça pessoal ou de uma frustração dolorosa. Vivem seus descaminhos, desconfortos e desfocamentos. Neles, o “cheiro azedo de uma infelicidade” não pode ser lavado; a maioria traz o olhar cru, exercita o sexo à deriva, mergulha em violência insuspeita. Diversos são assombrados por fantasmas de rompimentos. Em todos, a vergonha e a banalidade da vida com seus fracassos cotidianos. No escuro, observam seus filhos adormecidos – nas sombras, contemplam o último território da inocência.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Enquanto nossos meninos dormem”, de Renato Lemos, publicado pela editora Oito e Meio, em 2015 e com 171 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Oito e Meio
Páginas: 171
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788555470073
Sobre a editora
Os livros da editora Oito e Meio costumam explorar territórios literários densos, onde a linguagem é trabalhada com cuidado e inventividade, seja em narrativas que misturam contos e romances ou em textos que transitam entre o poético e o político. O catálogo privilegia histórias que abordam conflitos sociais profundos, como desigualdade e violência, mas também o cotidiano íntimo e as tensões das relações humanas, especialmente sob perspectivas femininas e urbanas. A leitura frequentemente exige atenção ao ritmo e ao tom, que podem variar do humor ácido ao lirismo melancólico, passando por um humor negro e por experimentações formais que desafiam o leitor. A presença de narradores que se deslocam entre o real e o surreal, ou que adotam vozes fragmentadas e polifônicas, é recorrente, criando uma experiência de leitura que combina inquietação e reflexão.
