
Título: Epifanias Marginais
Autor: Cássio Rodrigues
Sinopse: Epifanias Marginais Aquele que é considerado socialmente “louco”, a transexual, a promíscua, o idoso, a frequentadora do baile funk, a empregada doméstica, o “aviãozinho” do tráfico. Arquétipos sobre os quais já há um conceito formado antes que lhes conheçamos o nome, o local de moradia, o sotaque, os anseios. Um conceito assim formado só pode ser denominado de preconceito. Entramos nas casas e vidas desses personagens, experimentamos suas emoções e intimidades, desejos e sofrimentos. A proposta é de observarmos alguns desses indivíduos de maneira mais cuidadosa, a ponto de talvez entendermos minimamente seu lugar no jogo social e, no limite, até lhes estendermos algum nível de empatia. O contato com estes textos com algum nível de disponibilidade pode nos conduzir a perceber o que, apesar das diferenças, termina por nos tornar, parafraseando Nietzsche, “humanos, demasiadamente humanos”
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Epifanias Marginais”, de Cássio Rodrigues, publicado pela editora Mondru, em 2024 e com 104 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Mondru
Páginas: 104
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6560420299
ISBN13: 9786560420298
Sobre a editora
Os livros da editora Mondru convidam o leitor a navegar entre emoções intensas e reflexões profundas, com narrativas que transitam entre o real e o fantástico. Muitas obras exploram a fragilidade humana diante da dor, do desamparo e da memória, enquanto outras investem em experimentações poéticas que tensionam a fronteira entre literatura e artes visuais. O tom é frequentemente lírico, irônico e sensível, com personagens que enfrentam conflitos internos e sociais, em cenários que vão do cotidiano à distopia. A diversidade de estilos inclui desde contos com elementos surreais até poesias visuais e relatos que valorizam a subjetividade e o corpo.
