
Título: Era uma vez ou não era?
Autor: Mônica Fuks
Sinopse: ERA UM VEZ OU NÃO ERA? Texto: Mônica Fuks Ilustrações: Beto “FAME” 4 cores . 12 páginas . 22 x 20 cm 1ª edição – 1ª impressão ISBN 9788599105825 Peso: 55 gramas R$ 11,90 Confusão nada: pensamento de criança! Ao colocar no papel as idéias de seu filho Leo (Leonardo Fuks Maron, de oito anos, co-autor da obra), Mônica Fuks cria um estilo inédito e cativante, produzindo um texto no qual o leitor iniciante se identifica de imediato. Dinâmico e surpreendente, o livro se depara com uma história tão original que parece impossível de se concluir. E é nesse momento que entra o jeito criança de viver cada dia: da história, o co-autor se remete a uma idéia diversa; dessa idéia, a palavra é passada ao leitor, que interage naturalmente, sem sentir. Logo depois... bem, depois vem a vontade de brincar, de experimentar as surpresas prometidas pela mãe e de pensar no futuro, sem qualquer apreensão... Coisa de criança... Temas envolvidos Pensamentos de criança e inventividade. ISBN: 9788599105825
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Era uma vez ou não era?”, de Mônica Fuks, publicado pela editora Zit e com 12 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Zit
Páginas: 12
Ano:
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8599105825
ISBN13: 9788599105825
Sobre a editora
Os livros da editora Zit costumam explorar temas sociais e ambientais com uma abordagem acessível e sensível, muitas vezes voltada para o público infantil e juvenil. A leitura traz um equilíbrio entre narrativas lúdicas e textos que dialogam diretamente com questões contemporâneas, como consumismo, meio ambiente e diversidade cultural. Em alguns casos, o tom é leve e bem-humorado, enquanto em outros há uma reflexão mais profunda sobre perdas, autonomia e relações familiares. O catálogo sugere uma preocupação em apresentar histórias que dialoguem com o cotidiano e estimulem o pensamento crítico, sem abrir mão de uma linguagem clara e envolvente.
