
Título: Era Uma Vez Três...
Autor: Ana Maria Machado
Sinopse: Era uma vez três é resultado da colaboração entre Donatela Berlendis, Ana Maria Machado e Alfredo Volpi. Na narrativa da consagrada autora de literatura infantil, a palavras dialogam com as pinturas coloridas e cheias de alegria do mestre brasileiro. Fachadas de casas simples do povo, barquinhos encimados por bandeirolas e passarinhos, mastros de festas juninas, telhados de igrejas, entre outros, ecoam nas coloridas de letras e imagens, em que neta e avó trilham caminhos iniciados na parlenda e emaranhados nos confins da pintura, da literatura e do amor.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Era Uma Vez Três…”, de Ana Maria Machado, publicado pela editora Berlendis, em 1996 e com 48 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Berlendis
Páginas: 48
Ano: 1996
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8586387126
ISBN13: 9788586387128
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,173
- Altura (cm): 24,00
- Largura (cm): 17,00
- Espessura (cm): 1,00
Sobre a editora
Os livros da editora Berlendis convidam a um mergulho em narrativas que transitam entre a poesia visual e a prosa sensível, com frequência explorando a infância, a arte e a memória. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que privilegiam o lirismo e o humor, como em histórias infantis com personagens imaginativos, e outras que adotam um tom mais reflexivo, abordando temas sociais e filosóficos com linguagem acessível. O leitor encontra tanto textos que dialogam com artes visuais, mesclando imagem e palavra, quanto narrativas curtas que exploram conflitos internos e relações humanas em seus detalhes cotidianos. A diversidade de estilos, que vai do lúdico ao didático, parece atender a públicos variados, do jovem leitor ao estudante do ensino médio, sempre com uma linguagem clara, mas que não abre mão da profundidade.
