
Título: Era Uma Vez Uma Menina
Autor: Walmir Ayala
Sinopse: Em Era uma vez uma menina, a prosa poética de Walmir Ayala se encontra com as imagens suaves de Milton Dacosta. A narrativa avança e, nesse movimento de enredamento, penetra as reproduções dos quadros, dispostos intencionalmente para encantar, mas também para fisgar o leitor pela emoção e pelos olhos. A menina Leontina, o casarão antigo, contíguo do parque, a mãe bonita sob a pequena sombrinha, o pai, refletido no quadro do senhor de bigode e cachimbo, tudo se soma para despertar o prazer estético – esse milagre que, como a literatura, se alimenta da beleza e do encantamento.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Era Uma Vez Uma Menina”, de Walmir Ayala, publicado pela editora Berlendis, em 1982 e com 48 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: Berlendis
Páginas: 48
Ano: 1982
Edição: 1
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8586387797
ISBN13: 9788586387791
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,142
- Altura (cm): 24,00
- Largura (cm): 17,00
- Espessura (cm): 0,40
Sobre a editora
Os livros da editora Berlendis convidam a um mergulho em narrativas que transitam entre a poesia visual e a prosa sensível, com frequência explorando a infância, a arte e a memória. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras que privilegiam o lirismo e o humor, como em histórias infantis com personagens imaginativos, e outras que adotam um tom mais reflexivo, abordando temas sociais e filosóficos com linguagem acessível. O leitor encontra tanto textos que dialogam com artes visuais, mesclando imagem e palavra, quanto narrativas curtas que exploram conflitos internos e relações humanas em seus detalhes cotidianos. A diversidade de estilos, que vai do lúdico ao didático, parece atender a públicos variados, do jovem leitor ao estudante do ensino médio, sempre com uma linguagem clara, mas que não abre mão da profundidade.
