
Título: Érase una vez... Las villanas
Autor: Idoia Amo, Eva M. Soler
Sinopse: En todo grupo de amigas existe esa que se alegra de que las cosas te salgan mal. Esa incapaz de disimular su sonrisa cuando apareces con unos kilos de más. Esa que se regocija cuando te despiden de tu último trabajo. Esa que sonríe cuando tu corte de pelo se descontrola y acabas pareciendo un crestado chino. Esa cuyos piropos son, en realidad, insultos. “Me encanta tu maquillaje, disimula tu enorme nariz”. Una invitación de boda pone patas arriba el mundo de Audrey y Briana, dos chicas adineradas acostumbradas a tenerlo todo. Audrey tiene una cuenta pendiente con el novio y no dudará en planear la manera de estropear la celebración con la ayuda de Briana, aunque arrastren al resto de sus amigas durante el proceso. Érase una vez un plan maquiavélico y una venganza salpicada de romance. Una historia donde, ni los buenos son tan buenos, ni las villanas tan villanas…
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Érase una vez… Las villanas”, de Idoia Amo, Eva M. Soler, publicado pela editora KDP, em 2018 e com 359 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: KDP
Páginas: 359
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora KDP costumam explorar narrativas que transitam entre o íntimo e o extraordinário, com personagens frequentemente confrontados por dilemas pessoais, conflitos emocionais e ambientes que desafiam a normalidade. O catálogo apresenta histórias que variam do suspense psicológico à fantasia, passando por dramas contemporâneos e ficção científica, sempre com um ritmo que privilegia o desenvolvimento da tensão e da atmosfera. Muitas obras destacam protagonistas em situações de isolamento, crises existenciais ou confrontos com forças externas, sejam elas sociais, sobrenaturais ou tecnológicas. Essa diversidade cria um contraste entre textos mais introspectivos e outros de ação ou mistério, permitindo ao leitor navegar por diferentes estilos dentro de um mesmo universo editorial.
