
Título: Ernesto Guevara, também conhecido como Che
Autor: II Taibo
Sinopse: Há mais de 40 anos de sua morte – e 80 anos de seu nascimento – seu compromisso com a história permanece um símbolo de rebelião, esperança e justiça. Ernesto Guevara, também conhecido como Che é uma biografia minuciosa e detalhada, que revela na sua plenitude um homem sempre pronto para a luta. Paco Ignácio Taibo II, a partir de um vasto material e recorrendo a textos do Che – fragmentos de cartas pessoais e públicas, diários, notas manuscritas, artigos, poemas, livros, discursos, conferências, declarações em atas, entrevistas, frases e testemunhos de companheiros -, faz do próprio Che o segundo narrador desta história.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Ernesto Guevara, também conhecido como Che”, de II Taibo, publicado pela editora EDITORA EXPRESSÃO POPULAR, em 2008 e com 728 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: EDITORA EXPRESSÃO POPULAR
Páginas: 728
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 857743074X
ISBN13: 9788577430741
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 1,100
- Altura (cm): 24,00
- Largura (cm): 17,00
- Espessura (cm): 4,00
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora EDITORA EXPRESSÃO POPULAR revela um foco consistente na análise crítica das relações sociais e políticas, especialmente no contexto brasileiro. As obras frequentemente abordam temas como luta de classes, movimentos sociais, diversidade sexual e de gênero, além de questões agrárias e urbanas, sempre com uma perspectiva que parte da realidade concreta para discutir transformações históricas e sociais. O tom das narrativas tende a ser denso, com um ritmo que privilegia a reflexão e o debate, permeado por um olhar militante e comprometido com a compreensão das estruturas de poder. O catálogo inclui textos que vão do relato histórico à análise teórica, passando por registros de experiências coletivas e debates políticos, o que sugere uma diversidade interna entre obras mais narrativas e outras mais informativas.
