
Título: Eros e Tânatos. A Vida, a Morte, o Desejo
Autor: Rogério Miranda de Almeida
Sinopse: Dos pré-socráticos a Platão, de Schopenhauer a Nietzsche e Freud, o autor sustenta que no pensamento desses filósofos encontra-se uma perene transformação em virtude do eterno jogo de inclusão e separação, criação e aniquilação, vida e morte, ódio e amor, que eles procuram captar e interpretar. Apelando para a physis, os primeiros cosmologistas jônicos buscam ligar a geração e a corrupção, o Amor e o Ódio; pela arte do diálogo. Platão tenta descolar a angústia para o reino das idéias, pelos conceitos de vontade, de desejo e retorno, Schopenhauer, Nietzsche e Freud procuram conectar, articular, interpretar um universo de pulsões e forças que não cessam de se entrelaçar e de se separar. O autor encerra esse itinerário com a mesma pergunta agostiniana formulada no início: Trata-se de uma vida mortal ou uma morte vital? Ou ambas ao mesmo tempo?
Contexto da obra
Na Filosofia, obras como esta costumam ganhar força pela densidade das ideias e pelo tipo de reflexão que propõem. “Eros e Tânatos. A Vida, a Morte, o Desejo”, de Rogério Miranda de Almeida, publicado pela editora Edições Loyola, em 2007 e com 344 páginas, integra a categoria Livros de Filosofia. Por isso, o contexto da obra costuma dizer bastante sobre a maneira mais produtiva de lê-la.
Editora: Edições Loyola
Páginas: 344
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8515033445
ISBN13: 9788515033447
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,346
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 2,20
Sobre a editora
Os livros da editora Edições Loyola convidam o leitor a uma imersão em temas ligados à filosofia, teologia e espiritualidade, com abordagens que transitam entre o rigor acadêmico e a linguagem acessível. O catálogo privilegia obras que exploram a reflexão ética, a experiência religiosa e o pensamento crítico, muitas vezes ancorados em tradições cristãs e no diálogo com a cultura contemporânea. A leitura desses textos costuma exigir atenção ao desenvolvimento de argumentos densos, mas é também marcada por momentos de clareza didática e por um tom contemplativo. Há obras que apresentam compêndios clássicos, como tratados teológicos, e outras que adotam um estilo quase poético para discutir a condição humana e a fé.
