
Título: Erótica do Luto: no Tempo da Morte Seca
Autor: Abreu Procópio
Sinopse: O livro analisa a questão do luto, passando pelas visões de Freud, Lacan e Kenzaburô Ôe, buscando uma nova visão do luto. O caráter determinante do não-cumprido nos fez tomar ciência de que, em nosso tempo de morte seca, já que a mortalidade infantil deixou de ser o que era, o paradigma do luto é o luto do filho. Daí a questão: é imaginável, é possível que, assim, a morte do filho tinha acabado por tomar esse lugar? Em que condições poderia ela ter sido levada a esse estatuto de paradigma gramatical para todo luto? Terá sido preciso para isso, para que fosse avaliada a uma vida de cada um sem outro recurso que essa própria avaliação enquanto humana (ainda que humana demais), que Deus não fosse mais reconhecido como tendo em mão, Ele e Ele só, as cartas do juízo, com efeito, necessariamente final.
Contexto da obra
Na Psicologia, livros como este costumam interessar tanto pela formação quanto pela reflexão que propõem. “Erótica do Luto: no Tempo da Morte Seca”, de Abreu Procópio, publicado pela editora CIA DE FREUD, em 2004 e com 424 páginas, integra a categoria Livros de Psicologia. Esse enquadramento ajuda a situar melhor a obra entre leitura acadêmica, interesse clínico e reflexão sobre experiência humana.
Editora: CIA DE FREUD
Páginas: 424
Ano: 2004
Edição: Psicologia
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8585717661
ISBN13: 9788585717667
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,726
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,90
Sobre a editora
Os livros da editora CIA DE FREUD convidam o leitor a uma imersão profunda na psicanálise, explorando desde os fundamentos freudianos até as contribuições lacanianas contemporâneas. As obras frequentemente apresentam uma linguagem densa e rigorosa, voltada para leitores interessados em teoria, clínica e filosofia da psicanálise, com uma atenção especial para a análise do sonho, da linguagem e da subjetividade. O catálogo inclui tanto textos que dialogam com a prática clínica quanto reflexões sobre a relação entre psicanálise e outras áreas, como literatura e direito, mostrando uma diversidade de abordagens que vai do mais teórico ao mais aplicado. Essa variedade propicia um contraste entre obras mais narrativas, que trazem relatos e testemunhos, e outras de tom mais didático e analítico, que estruturam conceitos e métodos.
