
Título: Esaú e Jacó (edição de bolso)
Autor: Machado de Assis
Sinopse: Esaú e Jacó foi o penúltimo romance que Machado de Assis publicou, em 1904, tendo saído a primeira edição pela Livraria Garnier. O título e a trama fazem uma grande intertextualidade com a narrativa bíblica do Gênesis, na qual encontramos a disputa entre gêmeos homônimos, filhos de Isaac e Rebeca, sendo esta o centro da disputa entre os irmãos. Na obra, Machado dá vida às querelas entre os irmãos Pedro e Paulo e, assim, como a matriarca bíblica, aqui Natividade também se coloca no centro dos conflitos familiares. É um romance que explora as ambiguidades no sentido mais amplo deste termo, já que o Conselheiro Aires, voz que faz a narração da história, deixa claro logo no início que ambos são “os dois lados da verdade”, ou seja, ambos tinham as suas respectivas razões, bem como os defeitos e as limitações. A Coleção Vozes de Bolso – Literatura Brasileira se propõe a trazer ao público um novo tipo de trabalho em torno de grandes clássicos da literatura de língua portuguesa. São todos textos já canonizados pela nossa tradição, porém com alguns “aditivos” que agregam valor e força aos mesmos.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Esaú e Jacó (edição de bolso)”, de Machado de Assis, publicado pela editora Vozes De Bolso, em 2019 e com 312 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Vozes De Bolso
Páginas: 312
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8532659896
ISBN13: 9788532659897
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,230
- Altura (cm): 18,00
- Largura (cm): 11,00
- Espessura (cm): 1,40
Sobre a editora
Os livros da editora Vozes De Bolso costumam apresentar obras que transitam entre a filosofia clássica, a literatura de crítica social e os ensaios políticos e históricos. A leitura frequentemente exige atenção à argumentação densa, com temas que exploram a justiça, a liberdade, e as tensões entre indivíduo e sociedade. O tom varia do rigor filosófico ao lirismo simbólico, com narrativas que ora são mais reflexivas e discursivas, ora mais narrativas e irônicas, como em relatos de personagens envolvidos em dramas sociais complexos. O catálogo sugere uma preferência por textos que desafiam o leitor a pensar sobre o poder, a moralidade e as condições humanas, em contextos que vão da antiguidade clássica ao Brasil contemporâneo.
