
Título: Escalpo #13: Escalpo #13
Autor: Cadastro de autores
Sinopse: A sacada: Família Soprano numa reserva indígena. Crimes, dramas, política, jogatina, negócios sujos e sexo mais sujo… Vertigo, certo? Mas também o fato de que nunca houve algo assim. Ah, já tivemos tentativas de contar histórias indígenas, mas geralmente do ponto de vista de um pobre cara branco que teve o azar de ser capturado pelos “Pele-vermelhas Guerreiros”. Não, isso aqui é contemporâneo, real e totalmente pelo ponto de vista de alguém de dentro… DASH CAVALO RUIM — um garoto da reserva que fugiu aos 13 anos em busca de “uma vida melhor” e agora está de volta pra salvar a pátria. Dashiell Cavalo Ruim, índio Oglala Lakota, está de volta à reserva indígena, que havia deixado há 15 anos, e reencontra antigos conhecidos, como o cacique Lincoln Corvo Vermelho, dono do cassino local e responsável pela rede de crime e drogas que destrói a tribo. Dashiell sabia que sua volta não seria fácil, mas não tinha ideia do mundo de crime, terror e brutalidade em que iria se meter – nem do que vai descobrir sobre sua própria vida. A “Família Soprano indígena” ou Escalpo, é criada por Jason Aaron no roteiro e R.M. Guéra na arte. A HQ está entre as séries da Vertigo mais aclamadas da década!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Escalpo #13: Escalpo #13”, de Cadastro de autores, publicado pela editora Vertigo, em 2008 e com 24 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Vertigo
Páginas: 24
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Vertigo costumam mesclar fantasia sombria e realismo cru, criando universos onde o sobrenatural dialoga com conflitos humanos profundos. Muitas histórias exploram personagens complexos, como jovens em jornadas de autodescoberta ou figuras marcadas por tragédias pessoais, em cenários que vão de mundos fantásticos a ambientes urbanos decadentes. O tom varia entre o sombrio e o irônico, frequentemente permeado por humor negro e tensão moral. O catálogo apresenta obras que transitam entre narrativas mais densas e reflexivas e outras que adotam ritmo acelerado e ação intensa, sempre com uma linguagem visual marcante e roteiros que desafiam o leitor.
