
Título: Escravidão Negra no Tocantins Colonial
Autor: Juciene Ricarte Apolinário
Sinopse: A historicidade da trajetória do povo negro no Tocantins, que notadamente faço parte, é marcada com a forte presença de homens e mulheres negros (as), que aqui estiveram reafirmando a importância no desenvolvimento da sociedade tocantinense como também brasileira. A ação dos negros (as), enquanto sujeitos históricos, na construção da sociedade tocantinense foi iniciada no período da mineração. Os cativos eram explorados como mãos-de-obra escravas na extração de ouro e, posteriormente, na economia agropecuária de subsistência. Hoje em dia estamos dispersos pelo estado todo, lutando participando e construindo, ativamente a parte viva da nossa história. Parabéns Mestra pela reedição desta magnífica obra. Luiz Caros Benedito (Coordenador de Afrodescendentes e Povos Indígenas/Secretaria da Cidadania e Justiça)
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Escravidão Negra no Tocantins Colonial”, de Juciene Ricarte Apolinário, publicado pela editora Kelps, em 2007 e com 147 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Kelps
Páginas: 147
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8577660680
ISBN13: 9788577660681
Sobre a editora
Os livros da editora Kelps conduzem o leitor por narrativas que misturam memória, história regional e reflexões sociais, muitas vezes com um olhar sensível sobre a cultura brasileira. O catálogo privilegia obras que dialogam com o cotidiano de comunidades, abordando temas como política local, educação, meio ambiente e espiritualidade, frequentemente com um tom analítico, poético ou existencial. A diversidade editorial inclui desde relatos jornalísticos e históricos até poesia e ficção com nuances de aventura e espiritualidade, revelando uma preocupação tanto com o passado quanto com questões contemporâneas. A leitura costuma ser marcada por uma linguagem acessível, ora lírica, ora crítica, que privilegia a experiência humana em contextos específicos, sobretudo do interior do Brasil.
