
Título: Escravismo no Brasil.
Autor: MONTEIRO Teixeira
Sinopse: Este trabalho é o reestudo de um movimento milenarista ocorrido entre 1912 e 1916, na chamada zona serrana de Santa Catarina, analisado do ponto de vista da sociologia da religião. A intenção do autor é analisar o comportamento social de uma comunidade humana que, enfrentando uma crise global, recolocou os problemas fundamentais de sua existência como grupo e, ao fazê-lo, elaborou um universo mítico, adotando as condutas ritualizadas correspondentes. Dedica-se ao estudo das condições que levaram a comunidade a esse caminho, e procura entender a construção de uma comunidade que vive, organiza-se e luta contra seus adversários dentro de um espaço e de um tempo míticos. Complementa o livro uma cronologia minuciosa dos eventos incluída entre os Anexos, e uma série de treze depoimentos selecionados pelo autor entre a bibliografia analisada.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Escravismo no Brasil.”, de MONTEIRO Teixeira, publicado pela editora Edusp, em 2011 e com 288 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Edusp
Páginas: 288
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 853141248X
ISBN13: 9788531412486
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,460
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,60
Sobre a editora
Os livros da editora Edusp oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico e clareza didática, com obras que transitam entre análises detalhadas e abordagens acessíveis. O catálogo privilegia temas ligados às ciências humanas, artes, música, literatura e ciências sociais, apresentando desde estudos históricos e filosóficos até pesquisas interdisciplinares e ensaios críticos. Muitas obras adotam um tom reflexivo e aprofundado, com textos que exploram desde a teoria da arquitetura até a psicanálise aplicada à literatura, passando por correspondências históricas e análises sociológicas. O leitor encontra tanto narrativas densas e analíticas quanto textos que propõem conexões práticas e exemplificações, em formatos que vão do ensaio à coletânea documental.
