
Título: Escrever história do direito
Autor: Stolleis Michael
Sinopse: A EDITORA CONTRACORRENTE tem a satisfação de publicar mais um volume da coleção “Ensaios”, intitulado Escrever História do Direito: reconstrução, narrativa ou ficção?, de autoria do celebrado historiador alemão Michael Stolleis. Mediante uma bem cuidada tradução, realizada pelo Professor Gustavo César Machado Cabral, o autor discute importantes questões de metodologia da História do Direito, enfrentando múltiplos referenciais e tradições que norteiam as formas de se pensar esse campo de pesquisa. Trata-se de uma reflexão fundamental para a compreensão do lugar e da relevância da metodologia na construção da Ciência do Direito. Em prefácio à obra, o Professor Titular da USP, Gilberto Bercovici, afirma que “a tradução deste importante livro de Michael Stolleis significa tornar acessíveis vários debates metodológicos aos pesquisadores brasileiros, configurando uma enorme contribuição para a História do Direito no Brasil, que cada vez mais vem se firmando como um campo científico rigoroso, afastando-se das obras laudatórias, meramente narrativas, ou da falsa erudição”.
Contexto da obra
No campo jurídico, livros como este costumam ocupar um lugar importante entre estudo, consulta e formação. “Escrever história do direito”, de Stolleis Michael, publicado pela editora Editora Contracorrente, em 2020 e com 72 páginas, integra a categoria Livros de Direito. Isso costuma ajudar a entender o lugar da obra entre livros de apoio, formação e referência jurídica.
Editora: Editora Contracorrente
Páginas: 72
Ano: 2020
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 658847010X
ISBN13: 9786588470107
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,750
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 12,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Contracorrente costumam oferecer uma leitura densa e reflexiva, com foco em temas jurídicos, sociais e políticos que dialogam diretamente com a realidade brasileira e latino-americana. O catálogo privilegia obras que articulam crítica e teoria, como análises aprofundadas sobre corrupção, direito público, democracia e responsabilidade civil, além de textos que exploram questões culturais e históricas, como o papel das mulheres na história do Brasil. A linguagem varia entre o técnico e o acessível, mas mantém um tom sério e fundamentado, muitas vezes com contribuições de especialistas e abordagens interdisciplinares. Há também espaço para obras que combinam poesia e ensaio, ampliando o espectro para leituras mais sensoriais e afetivas.
