
Título: Escritos de Un Salvaje
Autor: Paul Gauguin
Sinopse: Si hay un personaje legendario entre los artistas modernos, ése es Paul Gauguin. La leyenda, el mito, el personaje novelesco que él mismo tanto contribuyó a crear, nos ha hecho, en muchos casos, muy difícil distinguir lo que de verdad y mentira, de hechos y de literatura, existe tanto en su biografía como en su figura artística. Su alejamiento de Europa, que oscurecía convenientemente su perfil tras una cortina de aventura, locura o valentía, o simplemente inadaptación, contribuyó en gran medida a la creación de un mito que tanto él como sus amigos se ocuparon de preservar cuidadosamente desde la lejanía. A través de los textos que se recogen en el presente volumen, en su mayoría escritos durante su estancia en los Mares del Sur, el lector profundizar en el pensamiento de Gauguin, así como en su relación con otros protagonistas de su época como Van Gogh. Acabamento: Paperback. Peso: 310g. Dimensões: 23 x 16 x 1.
Contexto da obra
Dentro do catálogo, este livro pode ser situado a partir do tema, da autoria e da proposta editorial. “Escritos de Un Salvaje”, de Paul Gauguin, publicado pela editora Akal, em 2008 e com 278 páginas, integra a categoria Teoria e Crítica da Arte. Esse enquadramento pode tornar mais clara a proposta do livro e o tipo de interesse que ele costuma despertar.
Editora: Akal
Páginas: 278
Ano: 2008
Edição: 1ª EDIÇÃO
ISBN:
ISBN13: 9788446029731
Sobre a editora
Os livros da editora AKAL oferecem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com acessibilidade, abordando temas como filosofia, história, religião e ciência. Através de narrativas que vão do ensaio crítico à divulgação científica, a editora privilegia obras que exploram questões fundamentais do pensamento humano, como a origem da vida, a evolução da consciência e os sistemas políticos. O tom varia entre o didático e o analítico, com textos que frequentemente propõem uma reflexão profunda sobre a cultura, a sociedade e o conhecimento, sem exigir prévio domínio do tema. O catálogo revela uma preferência por obras que dialogam com a tradição filosófica e histórica, mas também por aquelas que investigam fenômenos contemporâneos e culturais, como a iconografia religiosa e a produção artística.
