
Título: Escutei no Silêncio
Autor: Dilma Costa
Sinopse: O romance aborda as mudanças sócio-psicológicas pelas quais passaram alguns dos personagens, jovens, à época do golpe militar que feriu a história do Brasil, ao verem suas vidas, seus valores e suas famílias atingidas pelo horror da ditadura. Valendo-se de sua experiência clínica, a psicóloga e autora revela de que modo os medos, o ódio, as inseguranças, os conflitos, as culpas, podem levar a mente humana para o nada, fazendo-a perder total e quase sempre irreversivelmente, o contacto com a realidade. Por outro lado, através de um pensamento forte, da tomada de consciência, da busca da verdade, do aprender a escutar no silêncio, chega-se a vitória e a certeza de que por maior que seja o sofrimento, e longo o caminho percorrido, sempre existirá uma saída. Acredita-se que esta obra poderá ajudar a todos que, tendo uma mente aberta, procuram uma solução para suas vidas.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Escutei no Silêncio”, de Dilma Costa, publicado pela editora Thesaurus, em 2007 e com 270 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Thesaurus
Páginas: 270
Ano: 2007
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8570626096
ISBN13: 9788570626097
Sobre a editora
Os livros da editora Thesaurus oferecem uma experiência de leitura marcada por uma diversidade que vai do romance psicológico e ficção contemporânea até análises profundas de literatura e estudos acadêmicos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras narrativas que exploram conflitos pessoais e sociais, e textos mais densos, como ensaios filosóficos, históricos e teológicos. Em muitos casos, a linguagem é cuidada, com vocabulário preciso e estrutura que privilegia tanto o aspecto emocional quanto o intelectual, convidando o leitor a reflexões que ultrapassam o texto imediato. A variedade de temas inclui desde questões existenciais e culturais até técnicas específicas, como taquigrafia, e debates sobre política, religião e linguística. Essa amplitude indica um público leitor que valoriza tanto a profundidade conceitual quanto a narrativa envolvente, com obras que podem ser desafiadoras ou acessíveis, dependendo do enfoque.
