
Título: Esta árvore dourada que supomos
Autor: Nei Lopes
Sinopse: “Esta Árvore Dourada que Supomos” é o terceiro romance publicado por Nei Lopes. Trata-se da história de uma família carioca formada por Vagner Adriano, Maura Rivera e seus três filhos. Vagner é um conceituado professor negro e Maura tem suposta ascendência espanhola. A investigação sobre a herança genética da família é o tema central desta história. O filho mais novo do casal, Marcelinho, é portador de anemia falciforme, doença que atinge majoritariamente indivíduos afrodescendentes. A responsabilidade pela doença repousa sobre Vagner, que é veladamente discriminado pelo sogro, orgulhoso da sua origem européia. Paradoxalmente, a mais provável cura do menino está sendo estudada pelo médico ganense, Dr. Nketsia. Ao narrar a história dos antepassados desta família, o autor passa ao largo do fluxo cronológico e utiliza-se de recursos de flashback e realismo mágico. A jornada da família ilustra a realidade da sociedade carioca, construída pela mistura entre brancos e negros em uma sociedade heterogênea.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Esta árvore dourada que supomos”, de Nei Lopes, publicado pela editora babel, em 2011 e com 200 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: babel
Páginas: 200
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8581110789
ISBN13: 9788581110783
Sobre a editora
Os livros da editora Babel oferecem uma variedade que transita entre o relato íntimo da memória e a exploração de temas históricos e culturais. A experiência de leitura frequentemente envolve personagens e narrativas que desafiam a linha entre realidade e imaginação, com um ritmo que pode ser tanto contemplativo quanto informativo. O catálogo sugere uma atenção especial a histórias que dialogam com o passado, seja por meio de memórias pessoais, biografias ou contextos históricos complexos. Além disso, há obras que trazem uma sensibilidade poética e um olhar atento para as relações humanas, com tonalidades que variam do melancólico ao esperançoso.
