
Título: Esta Distante Proximidade
Autor: Rebecca Solnit
Sinopse: Esta Distante Proximidade, nomeado para o National Book Award, é como uma boneca russa - cada história contém histórias, e os capítulos espelham-se uns nos outros. Uma narrativa riquíssima, luxuriante de incidentes e surpresas. O que ela fez com os alperces, com a memória da mãe em desagregação, com um convite para a Islândia, e com uma doença, é a matéria-prima bruta deste livro. Mas Rebecca Solnit vai muito além da sua própria vida, entrando em histórias que ouviu e leu, levando-nos para dentro da vida de outras pessoas: um canibal do Ártico, o jovem Che Guevara entre os leprosos, uma artista islandesa e o seu labirinto, um músico de blues que se cura da bebida com as histórias que conta a si mesmo. Assim, somos transportados através do frio e do calor, da bondade e da imaginação, da distância e da empatia. Esta Distante Proximidade de Rebecca Solnit Críticas «Dominando o rico repertório de Solnit, há duas linhas de pensamento: a de que a imaginação, ativada pela arte e pela leitura, pode suplantar o sentimento de se ser um estranho no mundo, perdido entre estranhos; e a de que personagens e lugares podem constituir uma nova casa (para nós).» The Guardian «Rebecca Solnit é uma exploradora do género mais requintado que há. Como Bruce Chatwin, antes de ela, Solnit é uma artista do fantástico.» Los Angeles Review of Books
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Esta Distante Proximidade”, de Rebecca Solnit, publicado pela editora Quetzal Editores, em 2015 e com 296 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Quetzal Editores
Páginas: 296
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9897222219
ISBN13: 9789897222214
Sobre a editora
Os livros da editora Quetzal Editores oferecem uma experiência de leitura que transita entre a densidade poética e a complexidade narrativa, com forte presença de temas como o amor, a memória e as tensões da condição humana. O catálogo privilegia obras que exploram tanto o íntimo — como monólogos perturbadores e relatos autobiográficos — quanto histórias que dialogam com contextos históricos e culturais, incluindo investigações pessoais e trajetórias de personagens em cenários variados, do século XIX ao contemporâneo. A linguagem costuma ser marcada por um tom reflexivo e, por vezes, melancólico, com ritmo que ora se faz lento e contemplativo, ora se acelera em tramas policiais ou investigações. Há também espaço para ensaios e textos críticos que abordam questões sociais e literárias, ampliando o alcance do catálogo da Quetzal Editores.
