
Título: Esta Gente Da Beira-Mar
Autor: Meire Berti Gomiero Fonseca
Sinopse: Relato de viagem que a professora Meire Berti Gomiero fez em 1974 à Barra do Saí, litoral norte de São Paulo. Pela introdução ao texto fica-se sabendo do trajeto de vida desta pesquisadora de cultura popular que, nascida em São Paulo, se radicou em Santos, onde desempenha funções de regente e pesquisadora de folclore. O livro retém dados preciosos sobre o caiçara na época da pesquisa - hábitos, religiosidade, mitologia, festas. A autora fala sobretudo de laços humanos, , valorizando o viver do caiçara e estudando as raízes de sua sabedoria. É um livro de memória folclórica, de etnologia, com numerosas fotos ilustrando usanças do caiçara e utensílios de sua vida prática. Sobressai o amor da autora pelos habitantes da região, sua cultura, o que ele pode ensinar ao homem urbano dominado pela TV, pela informática e pelo que julga ser ''''civilização''''.
Contexto da obra
Na Fotografia, obras como esta costumam interessar tanto pela imagem quanto pelo olhar que organizam sobre ela. “Esta Gente Da Beira-Mar”, de Meire Berti Gomiero Fonseca, publicado pela editora DBA, em 2006 e com 129 páginas, integra a categoria Livros de Fotografia. Por isso, o interesse do livro pode crescer quando o leitor observa também a forma como as imagens organizam sentido.
Editora: DBA
Páginas: 129
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8572343326
ISBN13: 9788572343329
- Encadernação: CAPA DURA
- Peso (kg): 0,402
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Dba costumam oferecer uma experiência visual e informativa, marcada por uma forte presença da fotografia e do registro documental. O catálogo privilegia temas ligados à natureza, cultura e memória, com obras que exploram desde parques nacionais e a diversidade indígena até a arquitetura brasileira e histórias locais. A narrativa frequentemente se apoia em textos que dialogam com imagens, criando um ritmo que alterna entre o poético, o didático e o memorial. Há também espaço para relatos pessoais e histórias de vida, que trazem um tom mais íntimo e reflexivo, sem perder o compromisso com a pesquisa e o contexto histórico.
