
Título: Estado: A Silenciosa Multiplicação do Poder
Autor: João Bernardo
Sinopse: A obra de João Bernardo é leitura imprescindível para os que põem as dominações em causa e que, para além da aceitação das virtualidades do parecer, buscam compreender com a lucidez que nos é possível a dinâmica dos conflitos sociais que, dos subterrâneos da sociedade, já começam a delinear o futuro. Ela nos permite pensar o presente não como solução, mas como problema a ser enfrentado. Nesta perspectiva foi construído o seu modelo teórico, presente no conjunto de sua obra, ao qual este livro tem muito a acrescentar. Seus conceitos, de grande originalidade, são sobretudo instrumentos a serem utilizados na formulação de novos problemas e não corolários de novas verdades. Estas, o autor deixa para os ingênuos e os demagogos. O livro é composto de duas partes: 1. Curso realizado na área temática Estado, Sociedade e Educação do Programa da Pós-Graduação, Faculdade de Educação, USP, em maio de 1997. 2. Dossiê: a democracia é o sistema de poder das grandes empresas
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Estado: A Silenciosa Multiplicação do Poder”, de João Bernardo, publicado pela editora Escrituras, em 1998 e com 144 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Escrituras
Páginas: 144
Ano: 1998
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8586303216
ISBN13: 9788586303210
Sobre a editora
Os livros da editora Escrituras convidam o leitor a percorrer caminhos que mesclam investigação acadêmica, poesia e narrativas que exploram a memória e a cultura. O catálogo revela uma atenção especial a temas ligados à história social, biografias e reflexões filosóficas, com obras que trazem desde relatos documentais até poesia contemporânea. A experiência de leitura varia entre textos densos e didáticos, como os que abordam educação e design, e outros mais líricos e imagéticos, como os de poesia e arte visual. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas e outras com tom reflexivo ou ensaístico, contemplando públicos que buscam tanto aprofundamento quanto sensibilidade estética.
