
Título: Estranho em Goa, Um
Autor: José Eduardo Agualusa
Sinopse: “Uma vez uma jovem jornalista quis saber porque é que eu escrevia. (...) Podia ter respondido qualquer coisa (...) mas decidi pensar um pouco, como se a pergunta fosse séria, e para minha própria surpresa encontrei um bom motivo: ‘escrevo porque quero saber o fim’. Começo uma história e depois continuo a escrever porque tenho que saber como termina. Foi também por isso que fiz esta viagem. Vim à procura de um personagem. Quero saber como termina a história dele”. Assim começa a saga do narrador do romance Um estranho em Goa, obra do escritor angolano José Eduardo Agualusa, relançada pela Gryphus Editora com capa com nova programação visual e adequada às normas do Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Estranho em Goa, Um”, de José Eduardo Agualusa, publicado pela editora Gryphus Editora, em 2010 e com 160 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Gryphus Editora
Páginas: 160
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8560610405
ISBN13: 9788560610402
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Gryphus Editora convidam o leitor a explorar temas que transitam entre a espiritualidade, o autoconhecimento e a complexidade das relações humanas, frequentemente com um tom reflexivo e contemplativo. A experiência de leitura pode variar do aprofundamento em ensinamentos budistas para lidar com medos e mudanças, até narrativas que abordam dilemas existenciais, como a morte e a busca por sentido. Há também espaço para obras que investigam a condição humana por meio de histórias densas, como romances policiais com personagens introspectivos e tensos, além de textos que discutem questões sociais e culturais com um olhar crítico. O catálogo sugere uma preferência por textos que equilibram uma linguagem acessível com profundidade, que ora se mostram didáticos e meditativos, ora trazem tensão e dramatismo em enredos mais narrativos.
