
Título: Estranho Mundo dos Profetas
Autor: Gérard de Séde
Sinopse: Quem são os profetas? Estranhos visionários inspirados pelos deuses? Poetas, cuja visão mágica mergulha na noite dos tempos futuros? Hábeis manipuladores das massas a serviço dos poderosos? Todas as épocas, todas as civilizações tiveram seus adivinhos. Na Antiguidade, eram seres arrebatados pelo entusiasmo, "habitados pelos deuses", que enunciavam oráculos: a Pítia, em Delfos, a Sibila, em Cumes. Entre os celtas, o consumo de bebidas inebriantes despertava, entre os iniciados, dos quais o mais célebre foi Merlin, o dom profético. Desde o advento do cristianismo, o Apocalipse inspirou a maioria dos textos sagrados. Quanto às predições modernas, devem ainda seu estilo e seus métodos ao mais controvertido dos grandes profetas: Nostradamus; assim, por exemplo, a profecia de São Malaquias, que continua de surpreendente atualidade. Que credibilidade atribuir a essas profecias? Esta vitória sobre o espaço e o tempo tem seus limites? Não é para o homem, antes de tudo, um meio de se crer senhor da vida e da morte?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Estranho Mundo dos Profetas”, de Gérard de Séde, publicado pela editora Hemus, em 1984 e com 196 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Hemus
Páginas: 196
Ano: 1984
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Hemus apresentam uma leitura que transita entre o técnico e o narrativo, com títulos que exploram desde a história antiga e civilizações pré-colombianas até manuais detalhados de engenharia e mecânica. O catálogo revela um interesse por temas que exigem rigor e detalhamento, como projetos arquitetônicos, diagnósticos automotivos e processos industriais, mas também inclui obras que convidam à reflexão filosófica e à aventura literária. O ritmo das narrativas pode variar bastante, indo de textos densos e descritivos a abordagens mais diretas e didáticas, sempre com um foco claro na transmissão de conhecimento ou na reconstrução crítica de contextos históricos e culturais. Em meio a essa diversidade, a Hemus parece privilegiar leitores que buscam aprofundamento, seja em áreas técnicas ou em temas de história e cultura, com uma linguagem que valoriza a precisão e o conteúdo substancial.
