
Título: Estranhos à Nossa Porta
Autor: Zygmunt Bauman
Sinopse: Uma reflexão atual e necessária sobre a crise dos refugiados. Enquanto assistimos a um enorme salto no contingente de refugiados que batem à porta da Europa em busca de asilo, muros são apressadamente erguidos para evitá-los. Neste livro breve e atual, Zygmunt Bauman analisa as origens, os contornos e o impacto do medo de que algo terrível possa ameaçar o bem-estar da sociedade. O autor disseca o pavor provocado pelas migrações e o processo de desumanização dos recém-chegados. Mostra também como políticos têm explorado os temores e ansiedades que se generalizaram, especialmente entre os que já perderam muito - os excluídos e os pobres. Muito mais do que uma crise migratória, vivemos uma crise humanitária, afirma Bauman. E a única forma de escapar é rejeitarmos as traiçoeiras tentações da separação, reconhecermos nossa crescente interdependência como espécie e encontrarmos novas formas de convivência em solidariedade e cooperação com aqueles que podem ter opiniões ou preferências diferentes das nossas. Em vez de muros, precisamos construir pontes.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Estranhos à Nossa Porta”, de Zygmunt Bauman, publicado pela editora Zahar, em 2017 e com 120 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Zahar
Páginas: 120
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8537816108
ISBN13: 9788537816103
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,190
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 0,60
Sobre a editora
Os livros da editora Zahar costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com uma linguagem acessível, mesmo em temas complexos como filosofia, psicanálise e história. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram o pensamento crítico e reflexivo, abordando desde biografias detalhadas e ensaios filosóficos até análises sociais e culturais. A narrativa frequentemente se apoia em investigações profundas, com ritmo que varia entre o didático e o contemplativo, convidando o leitor a um mergulho atento e prolongado em temas que vão da modernidade líquida às raízes do pensamento social. A diversidade do material indica que há tanto textos mais densos e conceituais quanto obras que privilegiam a clareza e a objetividade, sem perder a complexidade dos assuntos tratados.
