
Título: Estrelas de Couro. A Estética do Cangaço
Autor: Frederico Pernambucano de Mello
Sinopse: Result of study that began in 1997 and is an interdisciplinary essay, an art book with over 300 historic photos, with texts by: Aba- Film (Fortaleza), Fundaçao Joaquim Nabucco (Recife - PE), Institute of National Memory (Aracaju - SE), Institute Candido Portinari (Brodowski , SP), Instituto Ricardo Brennand (Recife - PE), Historical and Geographical Institute of Alagoas (Macei- AL), Museum Eustacio / Institute Nina Rodrigues (Salvador, Bahía), Museu da República (Rio de Janeiro - RJ). The author, who has the largest collection of pieces of personal use of the outlaws, with approximately 160 pieces. The book is the first production of intimate story about the phenomenon of social insurgency of greater popular appeal of Brazil imaginery: the cangaceiros (17th century nomadic bands or insurgents of the the Northeast composed and lead by bandits, runaway slaves, and foreign outaws, mostly French and Dutch).
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Estrelas de Couro. A Estética do Cangaço”, de Frederico Pernambucano de Mello, publicado pela editora Escrituras, em 2012 e com 256 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Escrituras
Páginas: 256
Ano: 2012
Edição: Historia e Geografia
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788575314302
ISBN13: 9788575314302
Sobre a editora
Os livros da editora Escrituras convidam o leitor a percorrer caminhos que mesclam investigação acadêmica, poesia e narrativas que exploram a memória e a cultura. O catálogo revela uma atenção especial a temas ligados à história social, biografias e reflexões filosóficas, com obras que trazem desde relatos documentais até poesia contemporânea. A experiência de leitura varia entre textos densos e didáticos, como os que abordam educação e design, e outros mais líricos e imagéticos, como os de poesia e arte visual. Essa diversidade sugere um equilíbrio entre obras mais narrativas e outras com tom reflexivo ou ensaístico, contemplando públicos que buscam tanto aprofundamento quanto sensibilidade estética.
