
Título: Estruturalismo E A Miseria Da Razao
Autor: Coutinho Nelson
Sinopse: Com única edição de 1972, agora reditado pela Expressão Popular com pósfácio de José Paulo Netto, o livro pretende contribuir para indicar os limites do estruturalismo e ressaltar a universalidade e a atualidade do pensamento de Luckacs. Desenvolve e atualiza a crítica da cultura burguesa do irracionalismo com uma denúncia das variadas versões da corrente agnóstica, ou seja, daquele empobrecimento da Razão que integra, complementa e reforça os mitos irracionalistas, particularmente os que transformam as regras formais intelectivas em realidade objetiva existente acima dos homens concretos.
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Estruturalismo E A Miseria Da Razao”, de Coutinho Nelson, publicado pela editora EDITORA EXPRESSÃO POPULAR, em 2010 e com 288 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: EDITORA EXPRESSÃO POPULAR
Páginas: 288
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8577431525
ISBN13: 9788577431526
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,350
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora EDITORA EXPRESSÃO POPULAR revela um foco consistente na análise crítica das relações sociais e políticas, especialmente no contexto brasileiro. As obras frequentemente abordam temas como luta de classes, movimentos sociais, diversidade sexual e de gênero, além de questões agrárias e urbanas, sempre com uma perspectiva que parte da realidade concreta para discutir transformações históricas e sociais. O tom das narrativas tende a ser denso, com um ritmo que privilegia a reflexão e o debate, permeado por um olhar militante e comprometido com a compreensão das estruturas de poder. O catálogo inclui textos que vão do relato histórico à análise teórica, passando por registros de experiências coletivas e debates políticos, o que sugere uma diversidade interna entre obras mais narrativas e outras mais informativas.
