
Título: Estudando o invisível: William Crookes e a nova força
Autor: Juliana Mesquita Hidalgo Ferreira
Sinopse: Estudo sobre os trabalhos de importante cientista inglês do século XIX, a respeito de fenômenos mediúnicos que pareciam indicar a existência de uma "nova força", desconhecida pela física, esta obra mergulha com profundidade não apenas nos trabalhos de Crookes, mas também no contexto de sua época, buscando determinar se as investigações desenvolvidas pelo famoso químico sobre a "nova força" seguiam os padrões de cientificidade do momento. Apresenta, assim, contribuição metodológica, além de contribuição histórica. A autora não se propõe a defender ou a negar a existência de fenômenos mediúnicos. Mostra, isto sim, que as pesquisas de Crookes não eram tão ridículas quanto as consideravam os céticos nem tão rigorosas quanto queriam os espiritualistas. Uma importante leitura para quem abraça o rigor intelectual e assume a complexidade da realidade, em vez de simplificações distorcidas.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Estudando o invisível: William Crookes e a nova força”, de Juliana Mesquita Hidalgo Ferreira, publicado pela editora EDUC - PUC, em 2004 e com 566 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: EDUC - PUC
Páginas: 566
Ano: 2004
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8528303063
ISBN13: 9788528303063
Sobre a editora
Os livros da editora EDUC - PUC costumam apresentar um olhar denso e crítico sobre temas sociais, políticos e culturais, com foco em análises profundas e fundamentadas. A leitura é marcada por um tom acadêmico, que convida à reflexão sobre processos históricos, econômicos e culturais, especialmente no contexto brasileiro e latino-americano. O catálogo privilegia obras que discutem desde a formação social e econômica até questões contemporâneas como desigualdade, educação e cultura popular, sempre com um recorte interdisciplinar. O ritmo das obras varia entre textos mais analíticos e outros que adotam uma abordagem mais narrativa e reflexiva, permitindo ao leitor transitar entre estudos teóricos e relatos históricos ou culturais. Essa diversidade sugere um público interessado em investigações críticas e em compreender as nuances das ciências sociais e humanas.
