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Étatisme et Anarchie, 1873

Título: Étatisme et Anarchie, 1873

Autor: Mikhail Bakunin

Sinopse: "Ce texte est le dernier de Bakounine avant sa mort. Écrit en 1873, en russe, et publié sans nom d’auteur, il devait avoir en Russie un grand retentissement à cause de l’appendice A ; dans celui-ci, en effet, Bakounine exprime son opinion sur ce qu’il y aurait lieu de faire dans le pays. Bakounine expose sa vision d’une Europe dominée par l’Allemagne, mais aux confins de laquelle, de l’Espagne à la Russie, existent des forces capables de détruire dans leur foyer même les conceptions oppressives et étatiques. Ce livre un peu décousu, où histoire, politique contemporaine, polémique et idéologie se mêlent, sont confondus, ne doit pas faire perdre de vue qu’il s’agit là d’une œuvre capitale." Fonte do texto: http://goo.gl/hn3SSM

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Étatisme et Anarchie, 1873”, de Mikhail Bakunin, publicado pela editora Champ libre, em 1976 e com 465 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Champ libre

Páginas: 465

Ano: 1976

Edição:

Linguagem: francês

ISBN: 2851842005

ISBN13: 9782851842008

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Mikhail Bakunin revela um pensamento crítico e combativo, marcado por uma prosa direta e densa, que não se detém em abstrações vazias. O ritmo é intenso, com textos que frequentemente confrontam o leitor com tensões entre poder e liberdade, Estado e indivíduo, além de uma crítica constante às estruturas políticas e sociais vigentes. A experiência é, ao mesmo tempo, intelectual e política, exigindo atenção para acompanhar suas argumentações que misturam filosofia, sociologia e teoria política. A voz do autor é firme, às vezes áspera, e propõe um olhar radical sobre a democracia, o capitalismo e o socialismo, sem abrir mão de uma perspectiva que valoriza a autonomia e a ação direta. Em meio a essa densidade, há espaço para reflexões sobre a transição histórica e os desafios da organização social, deixando no leitor a pergunta sobre o papel do Estado e da revolução na transformação da sociedade.

    Ver mais sobre o autor

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