
Título: Eu e meu Ray-Ban - Uma viagem
Autor: José Teles
Sinopse: Não, não é uma estrada, é uma viagem”, cantavam Os Novos Baianos, nos idos de 1969. José Teles caiu na estrada, fez uma viagem e escreveu um livro. Eu e Meu Ray-Ban: uma viagem não é um livro de viagem, pelo menos no sentido tradicional. Teles partiu do princípio de que ninguém é capaz de conhecer um lugar sem viver muito tempo nele. Assim, o que se tem aqui são primeiras impressões, suposições, divagações. E não é um livro de viagem, mas de viagens. E não apenas viagem no sentido estrito, mas também no sentido lato. Viagem também emocional, com flashbacks a outras épocas. O que o autor quis foi que o leitor se divertisse com um relato montado como um roteiro de um filme: meio felliniano, meio chapliniano, meio glauberiano, totalmente telesiano. Apertem o cinto, senhoras e senhores passageiros, e boa viagem!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Eu e meu Ray-Ban – Uma viagem”, de José Teles, publicado pela editora Bagaço, em 2008 e com 97 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Bagaço
Páginas: 97
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8537304697
ISBN13: 9788537304693
Sobre a editora
Os livros da editora BAGAÇO costumam transportar o leitor para universos marcados por uma forte presença da cultura nordestina e afro-brasileira, onde a memória, a história e as tradições populares ganham voz. A experiência de leitura é frequentemente permeada por narrativas que mesclam poesia e prosa, com um ritmo que ora é lírico e contemplativo, ora traz um tom investigativo e documental. Muitas obras exploram temas sociais densos, como a fome, a discriminação racial e a luta por identidade, sempre com um olhar que valoriza o regionalismo e o cotidiano das comunidades retratadas. O catálogo revela também uma atenção especial a histórias que dialogam com o folclore, a religiosidade e as expressões culturais locais, criando um ambiente de leitura que pode ser tanto imersivo quanto reflexivo.
